Oficina Brennand

Mais fotos! Yey! Sim, todas do ano passado e dessa vez foram na Oficina Brennand.

Eu não gostei muito das fotos porque a maioria saiu com um tom de rosa (sim, sei que foi erro meu) e ainda não sei bem dar o efeito que quero no Lightroom. Na verdade descobri que não gosto de editar fotos porque muitas vezes não consigo perceber direito o que fica melhor em que. Prefiro mesmo editar no celular porque são menos opções e mesmo assim não é fácil. Tenho que dar uma melhorada nas edições. Talvez eu ainda volte aqui para melhorar as que postei.

A Oficina Brennand, localizada no bairro recifense da Várzea, é uma antiga fábrica de tijolos e telhas que foi transformada por Francisco Brennand. Ela é a junção de um ambiente que envolve a Mata Atlântica e o Rio Capibaribe, em que a obra é tanto a arquitetura quanto as cerâmicas e esculturas. A entrada custa R$15,00 (inteira) e R$8,00 (meia). Quer saber mais? Nada melhor do que entrar no site e ver como tudo funciona.

Logo de entrada, muito sol e um céu bem azul.

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Algumas das peças que ficam expostas na área fechada, mas a foto foi feita por motivos de: amo estrutura, amo telhados, amo tetos e por aí vai.

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Treinando para quando for à Índia, Marrocos e esses lugares lindos. Risos da dúvida atacando.

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A visão um pouco do alto um pouco de longe e, depois, a visão interna.

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Vitral (simples, eu sei) e as cores desses azulejos (isso é azulejo?). Tá vendo porque eu foquei na estrutura da Oficina e não nas esculturas? Me perdoa, Brennand.

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Outra coisa que amo: poder mostrar (mesmo que pequena) a imensidão das coisas. Corredor e estrutura, vocês casam bem.

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Uma das minhas fotos favoritas da vida. Amo! Amo o efeito de conseguir ver levemente as luzes de dentro e também o ambiente de fora. Amo a fofura da janela. Parece coisa de Hobbit.

Depois vem o reflexo de um laguinho.

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Tijolos!

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E, por fim, uma foto quase que sem cor e com um vitral bem simples.

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Deixei muita foto de fora porque em umas realmente não consegui nem chegar perto do que queria. Algumas aqui não tão com as cores muito boas, mas gostei do enquadramento e tudo mais, então resolvi postar. Uma coisa que percebi é que edito e as fotos ficam com uma nitidez muito boa, mas quando coloco no blog ela perde muito da nitidez porque ela fica mais compacta, diminui de tamanho. Acabo exagerando para ver se dá uma melhorada.

Um dia, depois de estudar e treinar mais sobre edição, volto a melhorar tudo o que já editei. É promessa.

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As luzes de Natal

Um dia desses, andando de carro à noite por uma longa avenida, vi alguns lugares com luzes de Natal. Quis tirar foto, mas o trânsito tava super tranquilo e o carro só parava mesmo no sinal. Tirei uma foto em movimento e esse foi o resultado:

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Não era o que eu queria, mas não tinha como sair “perfeitinha” com o carro andando. Acabei gostando da foto… achei uma coisa meio alienígena, meio Pandora (planetinha do filme Avatar), meio animais marinhos.

O que aconteceu depois dessa foto? Deu a doida em mim e saí tirando várias fotos, mas mexendo bem muito o celular para que as luzes saíssem com esse efeito contínuo, meio light painting da zoeira.

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Acho que não gostaram muito das fotos porque os meus pais e o boy não comentaram nadica de nada, então entendo isso como um “nossa, menina, deixa de ser estranha”.

Sei lá o motivo, mas gostei das fotos. Gostei mais ainda quando editei rapidinho pelo celular, aumentei a área escura e clareei as luzes, deixando toda a atenção nelas. É bom quando a gente tentar fazer algo de uma maneira mais convencional, mas aí acontece de outro jeito e a gente acaba vendo que certas coisas não precisam ter regras e é isso que eu gosto na fotografia. Existem regras? Sim e elas ensinam muito, mas acredito que elas também podem limitar muito o olhar e até deixar as coisas mais “frias”.

Eu tenho uma tendência a gostar muito das fotos que são perfeitamente enquadradas e mimimi do “tudo parece feito com régua”, mas também é bom se libertar dessas coisas e tirar as fotos de uma maneira despretensiosa… muitas vezes elas falam mais do que qualquer coisa. O sentido é: pode sair uma merda? Pode sim, mas é bom mudar um pouco e lembrando que merda pode ser adubo.

Post completamente aleatório porque não tenho o que postar e achei legal ser a gótica do Natal. Super valorizei as fotos? Não sei. Talvez. Acho que não. Eu gostei de ver as luzes de fim de ano assim 🙂

Mercado de São José

Em outubro do ano passado (sim!), durante o curso de Fotógrafo que fiz, visitamos o Mercado de São José. Não sei absolutamente nada sobre a história dele, então tive que dar uma pesquisa e dizer pelo menos alguma coisinha.

O Mercado de São José é o mais antigo edifício pré-fabricado em ferro do país. Inaugurado em setembro de 1875, teve a sua estrutura vinda da Europa para a capital pernambucana. O seu projeto arquitetônico, essa maravilhosidade em ferro, foi inspirada no também mercado público de Grenelle, em Paris. É reconhecido e tombado como Patrimônio Histórico. Recebeu esse nome por conta do bairro em que fica, o Bairro de São José.

Lá é um dos principais pontos turísticos do Recife e tem de tudo que envolve artesanato e comida. Bolsa, sapato, roupa, acessórios, rede, panos, cordel, doces, bolo de rolo, peixes, frutos do mar, frutas, verduras, legumes, ervas…? Sim, tudo isso e mais.

Como faz tempo e foi a última vez que fui lá, não lembro de muita coisa, então tenho praticamente só as fotos.

A primeira coisa é: vá pela entrada pela principal. Olha que coisa maravilhosa, que estrutura linda!

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As fotos estão em ordem completamente aleatória porque eu não fui pela entrada principal e não lembro do caminho que fiz, então coloquei tudo da maneira que quis.

Para começar, artesanato com palha.

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Doces, muitos doces, temperos e outras coisas.

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Próxima à venda dos bichinhos do mar, consegui subir em umas escadas e tirar umas fotos do alto. Foram as minhas favoritas porque amo poder ver os padrões de forma melhor e ver tudo de cima muda completamente a perspectiva.

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Tem uma parte imensa destinada à venda de peixes e frutos do mar. A procura é grande, principalmente na Páscoa.

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Essas fotos da escada renderam, viu?

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Outra coisa que amei: esse teto. Essa mistura do laranja com verde é incrível. Eu não parava de olhar para cima e ficar com dor no pescoço.

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Essa parte é fora, bem perto da entrada. Tem uns lugares para fazer lanche e almoçar.

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No entorno do mercado, que seria na parte de trás e em um dos lados, vendem frutas, legumes e verduras.

Alho com cominho porque é um combo maravilhoso!

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É engraçado lembrar desse dia, do meu nervosismo em ter que interagir com as pessoas e tirar fotos.

Quer um bom programa em Recife? Vá ao Mercado de São José.