As músicas da minha vida foram atualizadas

Eu, por algum motivo, passei um tempo sem escutar música. Eu escuto praticamente as mesmas coisas desde a infância (SAUDADES!) e tenho dificuldade em aceitar coisas que não sou muito familiarizada. Exemplo? Sentir dor de cabeça e enjoo quando insisto em escutar algo “novo”. Por escutar as mesmas coisas, achava melhor passar um tempo sem essas músicas justamente para não enjoar e ficar órfã. Sim, de vez em quando ouço algo que foge um pouco da playlist da minha vida, mas não é muito comum justamente por conta do desconforto.

Bem, como venho mudando (lentamente) e querendo melhorar muita coisa em mim, decidi dar a oportunidade de aceitar novas coisas. Na verdade decidi insistir mesmo porque não quero ficar doida. Foi então que comecei a criar algumas playlists no Spotify  e colocar músicas que não ouvia há tempo, que já ouvi em algum lugar ou que não conhecia mesmo. Relembrando os momentos em que queria trabalhar na MTV.

Já não sinto tanto desconforto e isso é maravilhoso. A lista de músicas que vão tocar no meu enterro aumentou consideravelmente. Vitória!

Essa é uma das listas:

Simulando o som de uma cafeteria

É comum pessoas marcarem encontro de negócios em uma cafeteria ou aparecerem por lá para criar projetos sozinhos ou em grupo. Pode até ser que os envolvidos realmente gostem de café e das comidinhas que eles servem, mas a impressão que tenho é que café dá uma sensação de importância. Eu, por exemplo, não gosto muito da bebida em si, mas gosto de sobremesas com gostinho de café. Como eu não sou 100% café, acho que quem tá nesse clube ganha, de alguma forma, um status de importância imaginário… é como se a pessoa ficasse mais adulta e responsável, sabe? Como se alguém também se tornasse mais confiável por gostar de café. Talvez eu tenha essa sensação por ser do time leite com chocolate. Sou a única a pensar assim? Vai saber…

Mesmo achando que café dá esses super-poderes, eu também tenho essa opinião sobre ele:

i-think

Mas… eu gostaria de ser a doida do café. Porque sim.

Voltando. Recentemente descobri alguns sites que simulam o som de uma cafeteria e achei engraçado. O Coffitivity, pelo que vi, tem faixas que envolvem o murmurinho de conversas em diferentes tons e até o som de talheres. Já o Soundrown, além do som ambiente de uma cafeteria, tem outros como chuva, ondas, pássaros e até parque. O Rainy Cafe permite que a pessoa escolha se quer o som de uma cafeteria, de chuva ou dos dois juntos. Existem ainda muito mais e eles ajudam, principalmente, quem trabalha em casa usando o computador.

Procurei sobre o assunto (porque achei levemente bizarro encontrar tantos sites assim com esses sons) e encontrei algumas pesquisas que afirmam que som ambiente moderado, como o das cafeterias, aumenta a criatividade e, assim, a produtividade. Tal tipo de tom faz com que o cérebro consiga pensar de uma forma mais criativa e com mais foco.

Por isso que muitos defendem que sair da zona de conforto, do ambiente natural, melhora a percepção de determinadas situações. Nada de ficar só em lugares silenciosos ou barulhentos, é bom variar e poder usufruir dos diferentes aspectos que cada um apresenta.

Eu tenho uma maior facilidade em fazer coisas com silêncio, mas gosto de ouvir um pouco de música e acabei gostando desses sons ambientes que não encontro em casa.

Hello, it’s me

Sim, ainda vivo. Voltando da terra dos mortos, quero mudar um pouco o olhar que transmito aqui no blog e também postar com mais frequência. Tenho coisas anotadas há muito tempo, mas acabei sempre adiando tudo. Espero conseguir pelo menos um pouco do que quero, mas sem muita cobrança.

Comemorando a volta, segue uma playlist de músicas amorzinho. O amor, pra mim, tem esse ritmo.

HAIM e a viciante The Wire

Ontem, no meio de algum vídeo no Youtube, escutei uma música que gostei e fui escutá-la toda. A música é The Wire, do grupo HAIM. Sei que esse grupo existe por conta da Taylor Swift, que vez ou outra posta foto com as meninas, mas nunca tinha escutado nenhuma música.

HAIM é formado pelas irmãs Este, Danielle e Alana Haim. Banda de indie rock de Los Angeles, as meninas foram influenciadas pelos pais no gosto musical e, desde cedo, apresentam vocação para cantar e tocar.

Vi que elas ainda estão no começo do carreira, mas as músicas que ouvi são boas e espero que eles continuem trabalhando assim. Ouvi The Wire ontem e só dá ela na minha cabeça!

Assistam!