Em busca da organização

Eu sou uma pessoa desorganizada, mas queria ser quase como a Mônica Geller nesse quesito. A verdade é que não sou organizada, mas às vezes me convenço que sou e consigo até enrolar algumas pessoas. Sim, eu até consigo escrever umas ideias que tenho que provavelmente nunca serão concluídas, mas tudo meu é uma bagunça. Horários de dormir e acordar? Check. Quarto? Check. Bolsa? Check. Qualquer intenção de fazer algo e na verdade não fazer? Check.

* Um momento de tristeza por eu não ter encontrado o gif do episódio de Friends em que Mônica e Ross falam coisas e dão um check mental. Como não encontrei, o que fiz? Tirei print do Netflix com qualidade tosca, mas me sinto incrível por deixar aqui o que eu queria, mesmo com um “erro” na legenda. Paz de espírito!*

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Eu tenho que mudar, né? Como sou ser humano e deixo tudo para depois, a mudança vai ser uma coisa bem lenta e linda, então resolvi me dar de presente uns meses só planejando a mudança e ela vai começar só no ano que vem. Na verdade não estou planejando nada, só falando e esperando que eu decida mudar. Sou dessas que me presenteio só pelo simples fato de ter tido a “ideia completamente inovadora”. Eu nunca fui de me presentear, mas faz parte da mudança  imaginária querer que eu seja assim, então vamos ser. Risos. Não entendo mais nada.

Uma coisa que vai me ajudar é comprar uma agenda. Eu já tive várias e é claro que não usei nenhuma delas por muito tempo, mas lembram da mudança que eu falei? Sim, sim. Eu vou comprar uma agenda, vou comprar canetas, vou escrever meus planos de fazer viagens e ter dinheiro enquanto fico sentada no sofá. Exatamente.

O meu plano vai dar tão certo que comecei a pesquisar o preço das agendas ainda em outubro. É garantia de sucesso. Para que tudo fique ainda bem mais organizado e tudo maravilhoso, a agenda tem que ser bem bonita e as canetas também para que eu me force a escrever no objeto bonito usando outros objetos bonitos.

Já que dei uma pesquisada em agendas, resolvi colocar aqui um apanhado de algumas. Eu quero que todo mundo consiga planejar as coisas e, aos poucos (querendo que fosse aos muitos), colocar seus planos e sonhos em prática. Sou do time paz mundial.

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  1. Agenda Say yes da VIPAPIER: R$54,90
  2. Agenda Hexagon da Te Neus Agenda na Livraria Cultura: R$63,00
  3. Agenda Listra tropical da VIPAPIER: R$54,90
  4. Agenda Kate Larsen da Te Neus Agenda na Saraiva: R$44,90
  5. Agenda Semanal da Catavento: R$50,00
  6. Planner Rosa brilho da Meg & Meg: R$139,90

Na verdade estou bem relaxada pensando nas mudanças que vou ter na vida e com o coração tranquilo de que é bem provável que eu não faça nada. Abraços.

A mágica do Creative Market

Acho que, em algum momento, eu já havia esbarrado pelo Creative Market nesse mato chamado de internet. A notícia importante (que na verdade não é notícia) aqui é que eu nunca tinha visto o quanto ele é incrível.

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Como dá para ver pela própria imagem, eles têm milhares de coisas já prontas para serem utilizadas por a partir dos 2 dólares. Eles disponibilizam algumas coisas de graça, mas são pouquíssimas. Para começar a usar é só se inscrever e é bom ter dinheiro sobrando.

Quais as vantagens de usar algo deles, já que é preciso pagar? Bem, nem todo mundo quer pagar por algo que dá para ser encontrado livremente na internet, mesmo que não seja igual ao gratuito. Quem paga acaba recebendo algo mais exclusivo justamente por ter tanta opção gratuita por aí e pela maioria optar por elas. Além da vantagem de ser exclusivonx esbanjadorx, você acaba ajudando alguém que ralou para criar uma daquelas coisas.

Duas das categorias deles ajudam muito os blogs e sites, que são as das fontes e a dos temas. Exitem sites com fontes gratuitas, mas muitas delas são para uso apenas pessoal, então não podem (e nem devem) ser usadas nas plataformas que falei. Com relação aos temas, aí não tem muito como fugir deles. Sim, sim, sim, esse amor é tão profundo eu sei que também existem de graça, mas com tema é mais complicado porque os gratuitos provavelmente são mais limitados, então tem que mexer nos códigos e esses mimimis que não entendo. Para quem quer levar o blog ou site para um lado mais profissional e quer monetizá-lo (ganhar bufunfa e money, money, money) tem que separar um dinheirinho e investir em um tema por dar essa aparência de “olha só como sou uma pessoa organizada, deixo tudo direitinho… por favor, me dá dinheiro!”, além dele já vir do jeito que você quer, mesmo que você dê uma mudada em algo.

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O Creative Market é um dos sites mais famosos nesse estilo e quem quer vender algo relacionado ao design pode vender lá e receber uma parte das vendas. Não é fácil vender tudo na praia, mas deveria ser.

A preguiça do Photoshop

Por preguiça, entende-se: não sei fazer quase nada. Socorro!

O Photoshop não é uma coisa lá muito fácil de se mexer. Se a pessoa quer algo simples dá para seguir algum tutorial de boa, mas se for algo mais complexo ou até mesmo se quiser saber um pouco de tudo, aí complica. Nem todo mundo precisa de todas as ferramentas que eles oferecem, então, muitas vezes, não vale a pena pagar por ele e é melhor procurar outros programas que atendam perfeitamente a necessidade de fazer coisas mais simples.

Ainda bem que existem outras ferramentas porque a preguiça de aprender sozinha mora aqui, viu? Eu me sinto completamente estressada e incapaz tentando fazer algo de lindo. Hehe.

Vou indicar três que uso e todas são onlines.

Adobe Spark

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Da família do Photoshop: Adobe. Eu digo logo que é em inglês, mas não procurei se pode mudar o idioma. Tem que se inscrever e depois as maravilhas são liberadas. Tem como criar post, página e vídeo. Dependendo do que se quer, as medidas das redes sociais mais utilizadas já estão prontas lá, então é só criar a imagem. Falta inspiração? Eles tem uma galeria com muita coisa linda para ajudar nas ideias. Dá até como usar pelo celular. Acho ele bem fofo.

BeFunky

O que falar sobre ele? Incrível! Além de ter editor de foto e colagem, a parte de design é linda. Não mexi muito nele, mas achei tudo fácil. Os diversos modelos prontos são bem fáceis de usar e trocar o que quer que seja (foto de fundo, fonte, o que tá escrito…). Ele tem muitos tipos de modelos, mas a maioria é paga. Mesmo assim dá para usar bem os de graça.

Canva

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O Canva é bem intuitivo e acho mais fácil do que o Spark por conta do próprio layout dele. Também precisa se cadastrar. Tem coisa já pronta, tem como indicar as dimensões específicas do documento, usar definições já estipuladas (redes sociais) e por aí vai. Tem fonte bonitinha, design (desenho?), formas… dá para criar muita coisa com ele e os tutorias facilitam a vida ainda mais. Eba!

Como os três envolvem essa questão de criação, acabam se parecendo um pouco, mas cada um tem vantagens e desvantagens. Ajudam muito na criação e organização de posts de blog, viu?

A arte do design escandinavo

Recentemente conheci o Tudo Orna e vi todos os posts do blog, todos os vídeos do Youtube e as fotos do Instagram. As meninas são três irmãs curitibanas que fazem um trabalho incrível. BárbaraDébora e Júlia são criadoras/donas do Tudo Orna e da Orna, loja on-line em que vendem algumas peças criadas por elas, como a maravilhosa bolsa Juvevê.

Débora vai casar e, juntamente ao noivo, criou um Instagram para postar a reforma do apartamento. Eu amo o estilo de tudo o que eles colocam ali, mas não sabia que esse estilo é uma mistura do design escandinavo e industrial. Quero copiar tudo! Desde então venho pesquisando sobre os dois estilos e me identificando cada vez mais. A voz que me diz para fazer Design de Interiores falou mais alto, mas tenho várias vozes assim e isso será uma conversa futura. Em um próximo post falarei sobre o design industrial.

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Design escandinavo

Adivinha o motivo desse nome! Sim, é o tipo de design característico que ficou famoso a partir década de 50 na Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia – os famosos países nórdicos. O estilo surgiu ainda no século XIX devido à produção industrial: o cenário de tradições artesanais de diversos países estava diminuindo por conta da produção em massa que surgiu com a industrialização, então os países escandinavos (o primeiro foi a Suécia) optaram por desenvolver produtos modernos, mas que ainda correspondessem à qualidade característica da região.

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A fama cresceu na década de 50, pois o mundo pós II Guerra Mundial necessitava de projetos economicamente compensatórios e o design escandinavo, devido ao seu jeito sem firulas e minimalista, permitiu que a produção em massa fosse realizada sem gastar muito. A partir de então, nomes como Arne Jacobsen, Eero Saarinen, Hans Wegner, Nanna Ditzel e tantos outros tornaram-se extremamente importantes no mundo do design.

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As principais características de tal estilo são elegância, funcionalidade, simplicidade e um toque de revolução ao ambiente. O estilo é assimilado com o clássico, limpo e minimalista, utilizando principalmente cores neutras (branco, cinza, marrom e preto), madeira, sustentabilidade e outros. É uma tendência ainda maior nos últimos anos e promete ainda mais, aparecendo, inclusive, em todo o ambiente ao invés de apenas em ou outro elemento.