Quebra de padrões

Escutar o despertador e ficar emburrada por ter sido acordada pelas responsabilidades. Tomar um banho rápido e vestir a roupa que estava separada. Comer qualquer besteira e ver as redes sociais. Acompanhar a hora em todos os momentos. Escovar os dentes, passar maquiagem e arrumar o cabelo. Pegar a bolsa, colocar o celular, uma garrafa de água e algum lanche. Ir para a parada de ônibus. Esperar.

Subir no ônibus e escolher algum lugar na janela que seja oposto ao sol. Pegar o celular, por o fone de ouvido e ficar ali, escutando música e olhando as mesmas paisagens de sempre. Oferecer segurar a bolsa. Devolver a bolsa. Descer do ônibus e chegar ao destino.

Fazer o de sempre, seja estudo ou trabalho. Conversar com as mesmas pessoas e sentar no mesmo lugar. Tudo no mesmo horário. Sempre acompanhando a hora para ver quando aquilo vai terminar.

Mais comida, conversa e ônibus. Chegar em casa e repetir os padrões até a hora de dormir. Deitar e colocar o despertador. Mais uma vez.

Do início ao fim, tudo igual, apesar de não acontecer da mesma forma. Mudanças e promessas esquecidas pelo tempo. Mais um dia no automático. Mais um dia que foi embora e não pode ser resgatado. Mais um dia em que, apesar de ser promissor, a esperança não encontrou a coragem. Mais um dia em que o comodismo ganhou.

A rotina não é ruim, mas a falta de vida nela sim. Somos responsáveis por nossas ações, então devemos fazer com que o nosso dia seja melhor que o anterior. Continuamente. Seja cada vez mais feliz e torne a sua vida uma inspiração diária. 

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